segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Quintal Ecologico

Tirando o cimento ou o piso, voce terá um lugar lindo como esse.


Um pé de graviola que dá frutos e lindas flores Primavera


A graviola e a primavera uniram-se para proporcionar essa linda imagem.

Nos dias de hoje podemos sentir a diferença climatica que a cada ano aumenta mais e mais. O calor antes suportável, hoje se torna insuportável. Se cada pessoa, substituir o piso ou o cimentado do seu quintal por grama e arvores, a temperatura em sua casa ficará muito mais agradável e voltará a ser suportável, mesmo com a elevação da temperatura. Podemos afirmar isso porque nesse quintal ecologico as arvores deixam o clima agradabilissimo. Sem contar com a presença maciça dos pássaros. Alem da melhora do clima em sua casa, voce tambem estará colaborando para a diminuição do envio da agua da chuva para a rua, consecutivamente, aliviando a quantidade de agua despejada em corregos e rios. Assim, comprovadamente, as enchentes, comuns nos dias de hoje tambem pela impermeabilização do solo, irá acabar. Veja que as vantagens são muitas.
Vamos acabar com os quintais de piso frio ou cimentados. Substitua a impermeabilização por um belo gramado, com flores e arvores frutiferas.
Volte a ter mais contato com a natureza. Ela agradecerá dando de volta o clima ameno e a beleza de flores, passaros e frutos.
Carlos Ventura, vem ja ha muito tempo, mostrando os beneficios do "Quintal Ecologico", mas a falta de sensibilidade das pessoas em acharem mais facil cuidar de um quintal apenas lavando- o, faz com que, cada vez mais, as calamidades por enchentes e a elevação da temperatura continuem a acontecer.
Abrace voce tambem essa idéia.
Tenha a coragem de "ser diferente". Solicite mudas de plantas e orientações para ter em sua casa tambem, um Quintal Ecologico.
Abraço a todos.
Haroldo Ventura










quarta-feira, 24 de novembro de 2010

O som da Terra

Com esse título, Michael Jackson fez um clipe musical maravilhoso, mas que mostrava a violencia, o exterminio de vidas, o desmatamento incontrolável. Por esse motivo, esse clipe nunca foi divulgado nos Estados Unidos da América. Hoje, é possível assisti-lo somente no Youtube e aqui nesse nosso humilde blog. Espero que as imagens impressionantes mostradas nesse filme nos alertem para a necessidade de lutarmos por um mundo mais limpo e menos destrutivel. Muita paz a todos!

Haroldo


video

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Governo quer aprovar PL que aumenta desmatamento





16/11/2010 - 07h00
Governo quer aprovar PL que aumenta desmatamento
Ao mesmo tempo em que tenta adiar a discussão sobre o Código Florestal, enviando novo projeto, como informou o Congresso em Foco, governo Lula coloca como prioridade projeto que põe biomas brasileiros em risco
Projeto de lei que o governo colocou na pauta como prioridade aumenta risco de desmatamento no país
Renata Camargo
A pouco menos de dois meses da transição de governo, o presidente Lula poderá encerrar seu mandato com a sanção de uma lei que possibilita ampliar legalmente o desmatamento no Brasil. Ao mesmo tempo em que tenta adiar para a próxima legislatura a polêmica sobre o novo Código Florestal, como informou o Congresso em Foco, o governo coloca como prioridade no Congresso a aprovação de um projeto de lei que, da forma como está, poderá contribuir para aumentar a devastação na Amazônia e em outros biomas brasileiros.
Na semana passada, o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, entregou ao líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), uma lista de propostas que o Executivo deseja ver aprovada ainda neste ano. A primeira delas é o polêmico Projeto de Lei 01/2010, que fixa as normas de competência e cooperação entre União, estados e municípios em matéria ambiental, e está em análise no Senado.“Toda licença para desmatamento é competência dos estados. Esse projeto diz que somente o órgão licenciador poderá multar se houver ilegalidades, mas os órgãos estaduais têm capacidade muito menor que o Ibama, por exemplo, para fiscalizar. Então, um cara que pedir licença para desmatar uma área tal, na verdade, poderá desmatar oito vezes esse tamanho e o estado não terá controle", explica o coordenador de políticas públicas do Greenpeace, Nilo D'Ávila, apontando para a necessidade de ajustes no projeto.
Aguardada desde a criação da Constituição de 1988, a proposta foi originalmente apresentada em 2003, sob a forma de Projeto de Lei Complementar nº 12. Em dezembro do ano passado, o projeto de autoria do deputado Sarney Filho (PV-MA) foi aprovado na forma de substitutivo elaborado pelo deputado governista Paulo Teixeira (PT-SP), que incluiu no texto pontos que atenderam a setores como a indústria e o agronegócio, o que desagradou os ambientalistas.
Fundamental para reduzir os conflitos de competência entre os entes da Federação, especialmente no que tange ao licenciamento ambiental, o PL 1/2010 regulamenta o art. 23 da Constituição. Na prática, a proposta aprovada na Câmara dá mais poderes aos órgãos ambientais estaduais, enquanto retira da União prerrogativas como aplicar penalidades em obras regionais com ilegalidades e enfraquece entidades consultivas como o Conama (Conselho Nacional de Meio Ambiente). Direto à sanção
O PL 1/2010 está para ser analisado na Comissão de Meio Ambiente (CMA) do Senado. A matéria está sob relatoria do próprio líder Jucá, que se tornou relator em julho deste ano. Segundo a assessoria de Jucá, o parecer do projeto ainda não foi concluído, mas pode ser dado nos próximos dias. Se seguir a recomendação do governo, o líder da base apresentará parecer pela aprovação da matéria sem alterações.
O governo pretende aprovar a matéria sem discussões de mérito no Senado. A estratégia é aprovar o projeto sem modificações para que a proposta siga direto para sanção presidencial, para se tornar lei ainda neste ano. A tática de evitar modificações no texto se dá porque, caso os senadores façam ajustes na proposta, o projeto tem que obrigatoriamente voltar para a Câmara, onde só deverá ser votado a partir do próximo ano.
No Senado, o projeto já passou pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), onde foi aprovado texto igual ao vindo da Câmara, sem qualquer modificação. Naquela comissão, a matéria foi relatada pela senadora ruralista Kátia Abreu (DEM-TO), que rejeitou três emendas da senadora Marina Silva (PV-AC), que pediam ajustes no texto.
Entre as emendas de Marina, estava uma que propunha manter como competência da União a prerrogativa de licenciar empreendimentos que causem significativo impacto ambiental regional ou nacional, reconhecidos pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama). Na justificativa, Marina afirma que o texto aprovado na Câmara tenta “esvaziar as atribuições que o Conama exerce”.
Polêmicas
O ponto mais polêmico se refere à competência exclusiva dada ao órgão licenciador para multar empresas que descumprirem a legislação ambiental. De acordo com o texto aprovado na Câmara, obras como a usina hidrelétrica de Belo Monte, no rio Xingu, licenciada atualmente pelo Ibama, deverão passar a ser licenciadas por órgãos estaduais e, dessa forma, caberá aos estados autuar esses empreendimentos em caso de irregularidades. O Ibama, no caso, seria impossibilidade de vetar uma obra em caso de ilegalidades.
Na avaliação de ambientalistas, isso pode aumentar a impunidade e agravar problemas ambientais. Eles temem que órgãos estaduais e municipais sejam mais suscetíveis a interesses políticos e que, portanto, ampliem a emissão de licenças sem procedimentos técnicos e sejam coniventes com irregularidades. “Estão dando autorização para desmatar, porque não haverá fiscalização na Amazônia”, disse o líder do PV na Câmara, deputado Edson Duarte (BA).
Outro prejuízo apontado por ambientalistas é quanto aos danos à fauna. O projeto prevê repassar aos estados a prerrogativa, que hoje cabe à União, de licenciar e controlar criadouros de fauna silvestre. Especialistas advertem que os órgãos estaduais não detêm conhecimento técnico na área, o que poderá, entre outras coisas, trazer prejuízos para as políticas de combate ao comércio ilegal de animais.
Para o coordenador do programa de política e direito do Instituto Socioambiental (ISA), Raul do Valle, o projeto original tinha “como objetivo criar condições de cooperação entre entes federativos”, mas “uma parte essencial dele se perdeu”. Segundo do Valle, é preciso que o Senado faça ajustes na proposta. Do contrário, a proposta poderá trazer graves prejuízos à fauna e à flora brasileiras.

domingo, 7 de novembro de 2010

Um artista ecológico


Hurricane Smith
Já pelos anos de 1971, Hurricane Smith fez a musica Don't Let It Die. Na letra ele já manifestava sua preocupação com a destruição do meio ambiente.
Smith nasceu em Edmonton, Middlesex, e serviu como piloto de planador RAF durante a Segunda Guerra Mundial. Depois de uma carreira de sucesso como músico de jazz, Smith se juntou a EMI como aprendiz de engenheiro de som em 1959. Ele era o coordenador em todas as gravações de estúdio da EMI dos Beatles até 1965, quando a EMI promoveu-o de engenheiro para o produtor. O último álbum que The Beatles gravou foi Rubber Soul, Smith foi engenheiro de som para as quase 100 músicas dos Beatles.
Assista ao video com essa musica e sua tradução.

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quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Presidenciáveis são contra anistia a desmatadores
















Renata Camargo





Congresso em foco.





Pesquisa feita por 12 entidades ambientalistas revela que o próximo presidente da República tende a se posicionar contrário ao perdão a dívidas por desmatamento ilegal. Em resposta a um questionário enviado por ambientalistas, a candidata do PT, Dilma Rousseff, o candidato do PSDB, José Serra, a candidata do PV, Marina Silva, e o candidato do Psol, Plínio de Arruda Sampaio, disseram ser contra a uma eventual anistia a desmatadores ilegais, caso ela seja aprovada no Congresso.
A suspensão das multas para quem desmatou ilegalmente antes de julho de 2008 está prevista no relatório do deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP), aprovado em julho deste ano em comissão especial da Câmara sobre mudanças no Código Florestal. Segundo Aldo, não se trata de anistia, mas de “uma proposta de regularização de proprietários que cometeram infração administrativa, mas que estão dispostos a legalizarem sua situação”. Ambientalistas, no entanto, afirmam que o texto aprovado anistia desmatadores ilegais.
“Discordo da conivência com o desmatamento e da leniência e flexibilidade com os desmatadores. O Brasil precisa construir um caminho seguro para a regularização ambiental das propriedades agrícolas”, defendeu a candidata do PT, sinalizando que dará continuidade ao Programa Mais Ambiente, iniciado no governo de Lula. O programa prevê a suspensão de dívidas ambientais e estabelece que as multas serão convertidas em serviços de preservação, melhoria e recuperação da qualidade do meio ambiente.


O relatório do deputado Aldo Rebelo também prevê a redução de limites obrigatórios de área a serem preservadas nas margens de rios e córregos e dispensa a reserva legal de pequenas propriedades. Para a candidata Marina, as mudanças no Código Florestal devem ser feitas no sentido de aumentar a proteção das florestas, não de diminuir.
“O desmatamento é o principal fator de emissão de gases de efeito estufa no Brasil, de modo que a busca pelo cumprimento das metas de redução por parte do governo federal deve ser coerente, colocando a garantia da preservação e uso sustentável das florestas no centro da discussão sobre a alteração da legislação ambiental”, disse.



Entrave e desastres



Em suas respostas, o candidato tucano considerou que a legislação ambiental não é um entrave à produção agropecuária brasileira, como têm defendido representantes do setor agrícola. “Não representa um entrave, embora exista a patente necessidade de se legalizar as áreas efetivamente consolidadas de produção agropecuária em encostas e várzeas, bem como se encontrar formas atrativas de compensação da reserva legal fora da propriedade”, afirmou.
A proposta do novo Código Florestal aprovada na comissão especial dispensa, em vários casos, a recuperação de áreas degradadas em encostas e beiras de rios. Na pesquisa, as entidades ambientalistas questionaram se os presidenciáveis são favoráveis à proposta e associam a falta de cobertura vegetal a desastres ambientais como desabamento em morros e enchentes agravadas por ocupações irregulares nas cidades. “Isso é um descalabro com o brasileiro. Os pobres são jogados para as piores áreas da cidade. Quando vêm as chuvas, são estes os primeiros a sofrer. O Psol defende que as pessoas que moram em área de risco sejam removidas. Defendemos também que essas áreas sejam recuperadas, e para isso é necessário investimento do poder público, que hoje prioriza os gastos com a dívida pública”, considerou.
As respostas dos quatro presidenciáveis foi entregue hoje (21) ao presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Ricardo Lewandowski. As entidades entregaram o documento junto com um pedido para que as respostas dos candidatos sejam anexadas aos programas de governo de cada um.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Os desafios ambientais do próximo presidente






17/09/2010
Congresso em foco.

Redução da emissão de gases poluentes, pré-sal, novo Código Florestal e realização de Copa do Mundo “verde” serão os principais obstáculos do futuro governo, na avaliação de especialistas da área ambiental.

Seja quem for o próximo presidente da República, uma coisa é certa: o escolhido nas urnas enfrentará nos próximos quatro anos tortuosos desafios ambientais. Na condição de país que abriga a maior parte da floresta Amazônica e que sediará a Copa do Mundo de 2014, o Brasil estará nos próximos anos, mais do que nunca, nos holofotes do mundo e terá de provar se está disposto a ingressar no rol de países com economia verde ou se permanecerá atrelado a padrões de desenvolvimento do passado. Na avaliação de especialistas da área ambiental ouvidos pelo Congresso em Foco, o principal desafio do próximo presidente da República será o cumprimento das metas de redução das emissões de gases do efeito estufa. Segundo ambientalistas, esse desafio engloba outros obstáculos que o novo líder brasileiro terá de enfrentar como as mudanças no Código Florestal, a realização de uma Copa do Mundo verde, a sustentabilidade da extração do pré-sal, a consolidação das unidades de conservação do país e a busca por soluções para minimizar os efeitos de desastres ambientais. Em dezembro do ano passado, o presidente Lula sancionou a lei da Política Nacional de Mudanças Climáticas, que estabelece metas voluntárias de redução das emissões nacionais de gases do efeito estufa entre 36,1% e 38,9% até 2020. Para cumprir esse compromisso, o país precisará, entre outras coisas, reduzir o desmatamento nos diversos biomas brasileiros. Recentemente, o Ministério do Meio Ambiente anunciou a redução de 48% da derrubada de florestas na Amazônia. O desmatamento em biomas como o cerrado e o pantanal, entretanto, tem crescido, o que demandará do próximo governante novas iniciativas de combate à devastação. “Cumprir as metas é o maior desafio do próximo governo, o desafio de todas as batalhas. Isso vai do Código Florestal ao pré-sal. Se o Brasil se comprometeu internacionalmente pelo cumprimento de metas, não pode permitir aumento do desmatamento e das emissões. O próximo presidente precisará mostrar como fica essa conta”, afirmou o diretor de Políticas Públicas do Greenpeace, Nilo D’Ávila. Queda de braço Um dos pontos cruciais do debate ambiental no país será a construção do novo Código Florestal. Em julho deste ano, deputados aprovaram em uma comissão especial da Câmara o projeto de lei do deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP), que reduz as áreas de preservação permanente (APPs) às margens dos rios, consolida áreas agrícolas e concede anistia a multas por desmatamento. A proposta ainda precisa ser analisada pelo plenário da Casa, antes de seguir para o Senado. Mas a simples aprovação na comissão causou repercussão internacional do tema. “A gente vê com muita preocupação essas mudanças no Código Florestal, porque vão reduzir a oferta de produtos florestais e trazer prejuízos à biodiversidade. As reservas legais e as APPs, que estão ameaçadas pelo projeto, prestam serviços ambientais à sociedade. Não adianta preservar só as jóias da coroa, como chamamos as unidades de conservação. É também importante preservar áreas dentro das propriedades, para integrar um conjunto mais amplo de áreas naturais”, afirmou o diretor do Departamento de Áreas Protegidas do Ministério do Meio Ambiente, Fábio França. O debate sobre as modificações do código será responsável por uma das principais quedas de braço do próximo governo. De um lado, estarão ambientalistas e representantes do Ministério do Meio Ambiente – que defendem a manutenção das áreas preservadas e recuperação das desmatadas – e de outro, representantes do setor agropecuário e do Ministério da Agricultura, que querem consolidar as áreas já desmatadas e reduzir os limites de áreas preservadas em propriedades privadas do país. “Estamos diante de um dilema: do ponto de vista mundial, o Brasil está querendo se afirmar como um país de liderança ambiental; mas, do ponto de vista nacional, estamos reduzindo nossas áreas preservadas e dando anistia a quem desmatou ilegalmente. O Brasil é uma superpotência da biodiversidade. Mas, por causa de nossas queimas de florestas, somos também um dos países que mais emitem no mundo”, disse o professor Carlos Eduardo Frickman Young, professor do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Copa verde Outro embate que o próximo presidente terá de intermediar entre a pasta ambiental e demais setores do governo será em torno das licenças ambientais para obras de infraestrutura, especialmente, para o megaevento da Copa do Mundo de 2014. Atrasos em obras, como a ampliação do aeroporto de Viracopos (Campinas) – cujo processo de licenciamento ambiental já dura mais de 20 meses –, vão pressionar os órgãos ambientais a reduzir o rigor para conceder licenças. No evento de lançamento da logo oficial da Copa de 2014, realizado em julho em Joanesburgo, na África do Sul, o presidente Lula afirmou que o Brasil fará uma Copa verde. Lula se referia a uma copa nos moldes inaugurados pela Alemanha, em 2006, com consumo reduzido de água, reciclagem de lixo, redução de emissões, fontes limpas de energia e outros quesitos para tornar o maior campeonato de futebol menos impactante para o ambiente. Na avaliação da secretária-executiva do Instituto Socioambiental (ISA), Adriana Ramos, o próximo presidente deve ter pulso firme para não ceder a pressões no sentido de diminuir as exigências para um dos primeiros quesitos da Copa verde, o licenciamento ambiental. A demora em conceder licenças ambientais tem sido apontada como um dos grandes entraves para a realização de obras nos setores de energia, transporte, indústria, construção civil e outros. O licenciamento tem sido visto como um obstáculo ao crescimento do país. “O papel do licenciamento ambiental é uma das questões que não estão muito bem resolvidas. Tem se falado muito da necessidade de alterar o licenciamento, no sentido de flexibilizá-lo. Não se trata disso, mas de assegurar que os projetos tenham avaliação de impacto adequado, não permitindo que esse processo seja permeado por pressões políticas com têm ocorrido ultimamente”, defendeu a ambientalista. O diretor de Biodiversidade do Ministério do Meio Ambiente, Bráulio Dias, afirma que os atrasos no licenciamento se devem ao fato de muitos relatórios de impacto ambiental apresentados por empresas serem incompletos e pela falta de pessoal dentro dos órgãos ambientais. Essa questão é colocada pelo diretor como outro desafio do próximo governo. Bráulio afirma que é necessário contratar mais servidores para atuar nos órgãos ambientais em todo o país. “Até hoje o Ministério do Meio Ambiente, por exemplo, não tem um quadro permanente. Boa parte dos nossos técnicos é de temporários. Precisamos consolidar o nosso quadro técnico. O próximo governo tem esse desafio, pois essa é uma questão-chave para o país”, considerou Bráulio. Outros desafios Criar incentivos fiscais para projetos e iniciativas ambientais também é outro desafio do próximo governo, segundo especialistas. Para Adriana, o fomento à sustentabilidade é fundamental. “Existe muito discurso sobre isso, mas poucas ações para incentivar ações e projetos na área ambiental”, disse. “Aqui no Brasil, tem incentivo para cultura, esporte, ciência e tecnologia, mas não têm incentivos ambientais. Como se quer que empresas façam investimentos ambientais se não há incentivo algum?”, questionou Bráulio Dias. O próximo governante também precisará avançar na busca por soluções dos problemas de saneamento e de falta de planejamento urbano nas cidades brasileiras. A secretária do ISA afirma que os desastres ambientais são vistos, muitas vezes, como uma simples consequência de fenômenos da natureza, mas que eles decorrem, em muito, da falta de políticas públicas para melhorar estruturas básicas do país. “É preciso ter políticas para lidar com desastres como enchentes e desabamentos. O que se pode dizer é que a legislação florestal é fundamental como prevenção de desastres naturais, tanto do ponto de vista de enchentes, no caso de manter a vegetação nas margens dos rios, quanto do desabamento, da manutenção de vegetações nas encostas”, defendeu Adriana. Na avaliação de Fábio França, do Ministério do Meio Ambiente, também é preciso avançar na consolidação das unidades de conservação ambiental – áreas como parques, reservas ecológicas, florestas nacionais, que estão sob regime especial de administração por terem características naturais relevantes. “O Brasil fez recentemente um esforço para destinar áreas para preservação. Destinar é importante e efetivo como política pública, mas só isso não é suficiente. O grande desafio será investir recursos na implementação dessas áreas”, considerou.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Cerrado terá mais áreas de preservação






Pablo Valadares/AE
"Fogo. Incêndio em Brasília; DF já teve 241 focos no ano"
A criação de novas áreas de preservação ambiental em tamanho equivalente a 17 vezes a cidade de São Paulo no período de dez anos é a principal medida do plano de combate ao desmatamento do Cerrado, anunciado ontem para reduzir em 40% o ritmo de corte da vegetação nativa no bioma até 2020.
O corte de crédito a produtores que não respeitam a legislação ambiental, defendido pela ministra Izabella Teixeira, do Meio Ambiente, não integrou o pacote por pressões do Ministério da Agricultura e de proprietários de terra da região, entendida como a principal fronteira agrícola do País.
'Restrições ao crédito vão depender de resolução do Conselho Monetário Nacional e ainda estão em debate', disse Mauro Pires, diretor do departamento de políticas para o combate ao desmatamento. O corte de crédito foi adotado em plano semelhante editado para a Amazônia no início de 2008.
O Cerrado registra o mais acelerado ritmo de desmatamento entre os biomas brasileiros. Dados oficiais apontam que ele perdeu quase metade da vegetação nativa. Novo levantamento deve ser divulgado no mês que vem.
Os proprietários de terras no bioma estão obrigados a preservar 20% dessa vegetação (contra 80% de reserva legal na Floresta Amazônica), mas o plano lançado ontem, com base nas metas do clima, prevê que o ritmo de devastação caia 'pelo menos' para 8,7 mil km² por ano em dez anos. Ou cerca de seis vezes a cidade de São Paulo.
'Não dá para usar a mesma estratégia da Amazônia no Cerrado, porque a exigência de reserva legal é menor e a maior parte da área é propriedade privada', disse Pires.
Sem aval para conter imediatamente o crédito a produtores que desmatam irregularmente, o plano se baseia na criação de 25 mil km² de novas unidades de conservação - insuficiente para atender as metas do clima - e na demarcação de 55 mil km² de terras indígenas.

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Contratempos



Estamos impossibilitados de realizar novas matérias, devido ao roubo de nosso único equipamento para filmagens. Esperamos poder contar com a compreenção de nossos amigos. Até que seja sanado esse problema, estaremos sem condições técnicas de realizar nosso humilde trabalho. Mas confiantes de que em breve poderemos retornar as nossas atividades. Um grande abraço a todos.

domingo, 11 de julho de 2010

michael jackson earth song subtitulado al español

Diante de nós, sob nossos olhos umedecidos em lágrimas, segurando o nó na garganta, a emoção represada no coração, vemos a destruição completa do nosso maravilhoso planeta azul.

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Ambientalistas fazem enterro simbólico do Código Florestal

Enterro simboliza sepultamento da biodiversidade, da água, do clima e do meio ambiente em geral, diz ONG
07/07/2010
Renata Camargo - Congresso em foco.
Cerca de 50 manifestantes ligados a entidades ambientalistas fizeram hoje (7) um enterro simbólico do Código Florestal brasileiro em frente ao Congresso. A manifestação realizada nesta manhã foi em protesto à aprovação ontem (6) do substitutivo do deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP), que modifica a legislação ambiental. Entre outros pontos, a proposta concede anistia a multas por desmatamento e reduz áreas de preservação ambiental.Segundo o diretor de Mobilização da Fundação SOS Mata Atlântica, Mario Mantovani, o enterro simboliza o sepultamento da biodiversidade, da água, do clima e do meio ambiente em geral. “Fizemos um enterro dessa proposta que eles aprovaram ontem, mostrando que, com isso, estamos enterrando também a biodiversidade, a água, o clima. Ficou tão absurda essa proposta, tão dissimulada, que isso vai ajudar a termos mais condições de reagir”, disse Mantovani.
O substitutivo foi aprovado ontem por uma comissão especial. Polêmica, a proposta foi apoiada em peso por parlamentares da bancada ruralista, enquanto entidades representantes da agricultura familiar ficaram divididas e ambientalistas se posicionaram contrários. O texto segue agora para o plenário da Câmara. A matéria precisa também ser votada no Senado e sancionada pelo presidente Lula antes de virar lei. A previsão é que essas votações só ocorram após as eleições de outubro.Segundo Mantovani, os ambientalistas também irão organizar manifestações em outras cidades. O diretor afirma que a SOS Mata Atlântica tem mobilizações marcadas em Salvador, Recife e Porto Alegre. A intenção, diz o diretor, é mobilizar a sociedade para que haja pressão sobre cada parlamentar contra o Código Florestal. A mobilização sobre os deputados e senadores também ocorrerá por parte da bancada ruralista, que defende o texto aprovado ontem.

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Mancha de óleo do Golfo do México segue rumo nordeste, indica satélite

A mancha de petróleo que vaza desde 22 de abril no Golfo do México se movia sábado (19) na direção nordeste (Foto: Nasa / Terra-Modis)A mancha de petróleo que vaza desde 22 de abril no Golfo do México se movia sábado (19) na direção nordeste (Foto: Nasa / Terra-Modis.
Esse é um desastre ecológico irreparável. Enquanto falam em valores monetários, o meio ambiente e os seres que habitam as aguas morrem. Será que vale a pena? Se o petróleo movimenta o mundo, prefiro que ele PARE!
Nada pode justificar tantos danos ao meio ambiente. Já começamos a sentir os efeitos danosos do aquecimento global. Milhares de pessoas morrem em desastres ditos "naturais", que de natural não tem absolutamente nada. Tudo é consequencia da maneira desastrosa e selvagem que exploramos os recursos naturais.
Sugaremos nossa Mãe Natureza até o seu ultimo suspiro, que certamente, não veremos, porque seremos destruidos por ela antes.
Todos nós sentiremos os efeitos danosos desse desastre, pois o oceano é um só. Nós que o denominamos com vários nomes. Longe de querer ser pessimista, mas, estamos irreversivelmente na reta final.

Haroldo

Pousada Morada da vida

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Amar é cuidar...

Semeando sobre Rodas preservando locais de beleza inigualável.

Pessoas sem nenhuma consciencia ecológica e sem respeito aos seres que habitam nossas matas,
poluem, degradam, e agem como se isso fosse natural. Na segunda missão de limpar a Cachoeira
na Rodovia do Livro, quase na divisa de Monteiro Lobato, havia tanto lixo e depachos que foi
necessário duas incursões para retirar toda a sujeira deixada as margens do riacho e entre as
árvores, que pareciam agradecer por ficarem livres de tanta sujeira aos seus pés.






Para mostrar aos "sujismundos" que nós estamos cuidando do local, construimos um "marco
espiritual" onde os que o utilizam para rituais não coloquem em risco toda a mata acendendo
velas entre as folhas secas. Construido com pedras do proprio riacho, vai facilitar a limpeza e preservar a mata com seus habitantes.



sexta-feira, 28 de maio de 2010

Semeando Sobre Rodas com página nova.

Bolinhas sementes e o estilingue usados na semeadura.


Queremos comunicar a todos os simpatizantes do Semeando Sobre Rodas que brevemente nossa página na internet estará funcionando. Conseguimos apoio de uma empresa amiga e de um amigo, que, preocupados com a situação caótica das nossas matas, aliaram-se a nossa luta. A Empresa é a Iconet Caçapava que nos cedeu graciosamente os endereços necessários para se manter uma página no ar. Na pessoa de seu proprietário, o amigo Daniel, em breve poderemos mostrar para o Brasil e o mundo todas nossas atividades. Conseguimos tambem sensibilizar nosso outro amigo Mário Borges, um webdesingner de renome internacional que se prontificou a elaborar essa página. Queremos, aqui de público, agradecer o apoio e dizer que, qualquer pessoa pode também participar. Seja com ajuda financeira, ajuda em missões programadas para restaurar locais degradados, na compra de produtos da Assossiação Amanari. Aproveitaremos esse espaço para anunciar nossas atividades, convocar adeptos e vender produtos como camisetas, bonés, sementes bolinhas, estilingues, para que todos participem dessa idéia que vai mudar a face de nossas matas. O endereço será: http://www.semeandosobrerodas.com.br/


Aguardem!

sexta-feira, 21 de maio de 2010

SOU O QUE SOU


ASSOCIAÇÃO AMANARI
ORGANIZAÇÃO NÃO GOVERNAMENTAL
PARA QUE O FUTURO SEJA REGADO PELAS ÁGUAS DAS CHUVAS
CULTURA – MEIO AMBIENTE – ECOLOGIA - CIDADANIA
Rua Benedito Gonçalves dos Santos, 106 – 12.281-390 - Vila São João – Tel. (12) 3652-6537 – Caçapava/SP
http://coisasdalma.vila.bol.com.br


SOU O QUE SOU PARA QUE TODOS SEJAM O QUE SÃO

Não me vejo mais caminhando nessa estrada por onde caminha a maioria. Minha alma foi marcada pela realidade dos fatos. Meus sonhos, continuam a povoar o meu sono e no dia a dia, são como peças de quebra-cabeças, unindo-se e formando o que minhas ações permitem. A crença da infância sofreu mutações generalizadas. O mundo rosa, tingiu-se de escarlate, transformando os oceanos de águas azuis em depósito de sangue inocente. A origem da vida, em um espaldar de conceitos monoteístas, ou quiçá, politeítas, saiu do casulo e alçou vôo além das montanhas da ignorância. No céu da liberdade, em plena concepção formal, minha alma estabeleceu uma linguagem própria, diferente, rasgando as mordaças que outrora a impediam de falar. Os passos são firmes e não tocam mais os terrenos lamacentos e pegajosos. Não há multidões caminhando ao meu lado. E não há solidão. Nem ranger de dentes. Nem ameaças de fogo de inferno. Estou onde sempre desejei estar. Em mim. Não há bênçãos nem condenações. Meu coração pulsa no pulsar da natureza casta e ao mesmo tempo estuprada. Sou filho do intemporal e dos mistérios que envolvem essa casta sublimada de seres legítimos e livres. Não canto nas soleiras das portas fechadas e nem dos cubículos erguidos por mãos humanas. Não me fecho em templos de tijolos e pedras, madeiras e mármores, ouro e prata, cujos castiçais e cálices são lavados pelas lágrimas dos súditos escravizados e vilipendiados. Estou na nuvem que passa, na tempestade que chega, na neblina que umidifica o ar, no brilho das estrelas, no pio da águia soberana e altiva, na simplicidade de um caracol. Aprendi no amor, que o amor, pelo amor, é o mesmo que a vida pela vida, na vida e com vida. Na placenta divina que me sustentou, antes do meu despertar, não haviam ordens estabelecidas e ingratas, mentirosas e falsas, assim resolvi nascer. Não me confesso diante de nenhum confessor, sou o que sou para que todos sejam o que são, diante das possibilidades que afirmam e apontam para um dizer único e responsável, questionável, o que sou, quem sou? Não há condenações, nem prisões diante do que resolvi abraçar. Se o continuísmo ainda oblitera na faixa das vibrações carnais, não há motivos para que eu não possa vibrar em órbita de tudo o que está estabelecido. É onde estou. É onde quero ficar.

CARLOS ROBERTO VENTURA
Presidente Interino

quinta-feira, 20 de maio de 2010

O SILENCIO DOS POLÍTICOS

ASSOCIAÇÃO AMANARI
ORGANIZAÇÃO NÃO GOVERNAMENTAL
PARA QUE O FUTURO SEJA REGADO PELAS ÁGUAS DAS CHUVAS
CULTURA – MEIO AMBIENTE – ECOLOGIA - CIDADANIA
Rua Benedito Gonçalves dos Santos, 106 – 12.281-390 - Vila São João – Tel. (12) 3652-6537 – Caçapava/SP
http://coisasdalma.vila.bol.com.br/

Semeando a vida !


O SILENCIO DOS POLÍTICOS DIANTE DA ESCALADA DA DESTRUIÇÃO


Cada célula, a volitar pelo espaço, representa uma presença viva. Quando praticam a união, formam seres, dão formas as coisas, estabelecem um padrão vibracional, pulsante, aquecido pelo princípio universal do amor incondicional. A vida não depende da raça humana. A raça humana é dependente da vida. No jogo do existir, os homens são os mais terríveis predadores. Assassinos em potencial. Cada indústria poluente representa um gesto exterminador de células. O ar que respiramos é um cenário de partículas nocivas a saúde. Rios e oceanos são canais de esgoto e lixo. Animais são extintos como tribos de índios. O desrespeito e a ambição aliaram-se em nome da destruição. O bom senso não estabelece parâmetros e é pisoteado pelo capitalismo selvagem. Minha insistência em tentar conscientizar empresários, vereadores, prefeitos, governadores, deputados,senadores e presidentes, arrasta-se por décadas, sem que mudanças sejam reveladoras e cheias de esperanças. O continuísmo, o comodismo, os conluios, os acordos indecorosos, dentro do espírito de sustentabilidade de um regime caótico e destuidor, promove a cegueira, a surdez, gerados pela conivência e conveniência. A palavra de ordem é o progresso a qualquer custo. Hidrelétricas. Usinas Nucleares. Condomínios. Mansões erguidas em santuários ecológicos. Indústrias poluentes. Em minha querida Caçapava não é diferente. Fábricas vomitam seus gases tóxicos no ar, sufocando moradores que não se cansam de reclamar e pedir providências dos órgãos públicos. Esgotos residenciais desfilam pelas avenidas e ruas. Fossas vazam em bairros importantes e populosos. Matas são substituídas por loteamentos e há proprietários de terras que recebem privilégios. Quantos defendem a vida? Quantos engordam seus cofres com a destruição de mananciais, matas, animais silvestres e nascentes d´água? Que silêncio covarde e insano é esse? Não estou preocupado em ser simpático as causas do mal...quero continuar a defender a vida, em todos os seus segmentos, ainda que o Poder Público seja indiferente aos meus apelos. O tempo mostrará...ainda que a tempo, não seja mais possível um tempo para a restauração da Sagrada Mãe Natureza.
Carlos Roberto Ventura
Presidente interino


quarta-feira, 19 de maio de 2010

Semeando sobre rodas

Projeto Semeando sobre rodas.wmv

Autohemoterapiabrasil - Auto-Hemoterapia - O Sangue que Cura - Eu faço!

Autohemoterapiabrasil - Auto-Hemoterapia - O Sangue que Cura - Eu faço!

Semeando sobre rodas

Semeando sobre rodas.

Preocupado apenas em sobreviver, nunca havia reparado de maneira atenta para o que está acontecendo com o meio ambiente. Certo dia aceitei um convite de meu irmão Carlos Ventura para rodar por lugares antes conhecidos por nós quando crianças. A visão era lastimável. Depredação, desertificação, erosão, desmatamento, poluição, lixo e muito mais coisas que encheriam essa página. Diante desse quadro lastimável, meu irmão mostrou em sua mão algumas bolinhas de argila contendo semente dentro delas. Foi ai que conheci o Projeto Semeando sobre Rodas. Em todas as suas viagens de bike ele lança essas bolinhas utilizando um estilingue, que antes, em nossa juventude, era usado para caçar pássaros. Parece de inicio um projeto sem importancia, mas, imaginando sua propagação, pode se transformar em um movimento mundial onde as pessoas fariam o trabalho antes realizado pelos animais. A grandeza e o resultado nós, com certeza não visualizaremos nessa vida, mas a propagação e o envolvimento de todos os que gostam de pedalar ou simplesmente estar em contato com a natureza, transformará o desmatamento e a desertificação em um lugar parecido com aquele que existia antes de nós, povo civilizado, invadirmos essa região dominada pela Mata Atlântica. Que cada um lançe uma só semente. Ela será mais uma árvore a nos fornecer ar puro e frescor. Envolver-se com esse projeto é apaixonante. Simples e ao alcance de todos, independentemente de idade, sexo, raça ou credo, bastando apenas o desejo de mudar e melhorar nosso planeta.
Que a Mãe Natureza possa nos perdoar por tanto mal que lhe causamos até os dias de hoje.
Una-se a essa causa e lance voce tambem sua semente. Todos nós sairemos ganhando com isso.
Mexa-se, reflorestando nossas matas.

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